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Escritores da AML participam da 11ª Flic

21 de set.
2 min de leitura

Héverton Quintes e Lourdes Acosta tiveram textos publicados na antologia Todas as Flores; escritor também recebeu a Medalha Flores Literárias – 10 Anos de mérito cultural


Os escritores da Academia Macaense de Letras (AML) Héverton Quintes e Lourdes Acosta participaram da 11ª Flic (Festa Literária Cabo-Friense), realizada de quinta-feira (17/9) a sábado (19/9), na Praça da Cidadania, em Cabo Frio-RJ. O evento reuniu escritores, poetas, artistas, leitores e famílias em uma programação dedicada à literatura, à música, à arte e à cultura.


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Os dois acadêmicos tiveram textos publicados na Antologia Todas as Flores, lançada durante a programação do evento. A publicação integra as ações do projeto Flores Literárias, que há uma década promove atividades de incentivo à literatura, à poesia e à cultura.


Na ocasião, Héverton Quintes, que também é pedagogo, recebeu a Medalha Flores Literárias – 10 Anos, em reconhecimento à sua atuação. Para o escritor, a homenagem reforça seu compromisso com a literatura, a educação e a cultura.


“Isso me incentivou a continuar acreditando na literatura, na educação e na cultura como caminhos de construção social”,

frisou.


Héverton também agradeceu ao Coletivo Cultural Flores Literárias e à escritora Jaqueline Brum pelo reconhecimento.


Palavras: clímax de sensibilidade


Jornalista e historiadora, Lourdes Acosta participou pela primeira vez da festa literária como coautora da antologia. Sua contribuição para Todas as Flores foi o poema “No jardim do nosso tempo” (Para Oswald, in memoriam).


Para Lourdes, a participação na festa literária foi marcada pelo encontro entre literatura, memória e sensibilidade.


“Foi com imenso prazer que tomei parte como coautora dessa apoteose de alegria, celebrando a literatura, a arte e a cultura”,

ressalta.


A participação no coletivo poético também dialoga com seu livro Aos Trancos e Barrancos foi o Nosso Amor, obra em que a literatura aparece como arte guardiã da Língua Portuguesa. Em suas páginas, a autora destaca o papel da cultura na preservação da história, da memória e das raízes de um povo.


Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência


Nesta segunda-feira (21/9), Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, Lourdes Acosta reforça a importância de ampliar o debate sobre direitos, inclusão social e acessibilidade.


“É meu dever como jornalista dizer que é tempo de fortalecer os direitos e promover a inclusão social e a acessibilidade”,

pontua.


Para a acadêmica, a construção de uma sociedade inclusiva depende tanto da atuação dos órgãos públicos quanto do compromisso da população.


“Os órgãos institucionais devem efetuar políticas públicas, objetivando a inclusão social das pessoas integrantes deste segmento da população.”

Lourdes também chama atenção para o enfrentamento ao capacitismo, discriminação que desconsidera ou subestima as capacidades das pessoas com deficiência.


“Nós, cidadãos, não podemos nos excluir de combater ativamente o capacitismo. Temos de exigir igualdade de oportunidades no cotidiano. Isso para garantir que pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida possam usar espaços e transportes, além de usufruir de informações e serviços com segurança e autonomia”,

conclui Acosta.


Por: Assessoria de Comunicação da AML.

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